A verdade dos mortos-vivos
Uma bomba pode explodir na Comissão Nacional da Verdade (CNV) e o caso vir à tona. A representação no Brasil do Centro pela Justiça e o Direito Internacional (Cejil), ligada à OEA, prepara documento a ser entregue à CNV, no qual pede que cessem os trabalhos de cinco pesquisadores à procura de sobreviventes da Guerrilha do Araguaia. Eles têm notícias de pelo menos dois que mudaram de nome, porque colaboraram com os militares, e estão sob proteção. A CNV informou que ainda não recebeu a carta.
Por Leandro Mazzini
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