Mas, como os espermatozóides "fêmeas" são mais lerdos, suas chances de fertilizar o óvulo são menores, abrindo caminho para o nascimento de mais homens. Esse descompasso inicial, no entanto, é amenizado ao longo da vida.
Os especialistas afirmam que existem maior mortalidade de homens em relação a mulheres desde o nascimento, principalmente entre os 18 e os 35 anos. A conseqüência disso é que a média da população global é de 101 homens para 100 mulheres. E, em muitos países, inclusive no Brasil, há mais mulheres do que homens.
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